terça-feira, 4 de novembro de 2008

Registo manual ... precisa-se

bomba de gasolina. final da tarde. enquanto espero pela hora de ir buscar o rodrigo ao paço d'arcos espreito as revistas e vejo os títulos.
uma chama-me a atenção:
gingko, uma revista de saúde, sob o tema do equlíbrio.
pego-a, dirijo-me à caixa. 3 euros, não é barata, mas para mim é uma novidade, quero experimentar.
após tentar passar no leitor do código de barras, a jovem que me atende pergunta-me de onde tirei a revista. explico. sai do balcão e dirige-se à estante.
volta e diz-me que não me pode vender a revista porque não tem codigo de barras "lançado" no sistema. pede desculpas, volta a pedir desculpas. face à situação atendeu-me como devia ser!

devo ter feito uma grande cara de parvo. refiro que quem perde são eles, agradeço e saio da loja.
3 euros não é um valor a desprezar numa venda - é a minha opinião claro.

então e se o sistema não dá resposta, não há a alternativa manual?
mas que raio de trabalho fez quem definiu os requisitos do sistema? tem que existir sempre alternativa quando se trata de satisfazer um cliente e fechar uma venda.
cliente insatisfeito e menos dinheiro em caixa - eis o resultado.
entretanto já fui ao site
www.gingko.pt
e amanhã irei comprar a revista noutras bandas.

sempre a aprender, ou melhor a ficar surpreendido!
ab

2 comentários:

João disse...

Revista bastante interessante, também já passei os olhos por ela. Talvez a rapariga deveria ter vendido a revista e passado pelo código de barras uma outra das revistas que ainda deveria à venda...Mas pronto ordens são ordens não é?

Luis Correia disse...

permite-me uma opinião contrária, se bem que para a facilitação da venda o modo manual é optimo, para o aspecto de controle de stocks e para a emissão dos recibos, é bom que o produto facturado corresponda ao que está escrito no recibo.

sou da opinião que deve ser vendido apenas produto que esteja registado.

de falcatruas e de fugas ao fisco estamos todos fartos, certo?